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Máquina humana X Humano-Máquina

  • 19 de dez. de 2019
  • 2 min de leitura

Você deve ter visto o filme de mensagem de Ano Novo do Itaú. Se não viu, vale a pena procurar na internet e assistir. É uma das mensagens mais bonita e importante que vi neste final de ano nas diversas telinhas que nos acompanham hoje em dia. O protagonista é um robozinho, muito parecido com o robô do desenho animado Wall-E.


No comercial, ele questiona o por que dos seres humanos estarem tão deslumbrados com a tecnologia, com a capacidade da Inteligência Artificial de resolver problemas com a leitura de dados, indicar a melhor opção de rota ou compra, se a grande força transformadora e criativa no mundo vem do homem e da sua relação com o próximo. Quando ele ama, compartilha, se entrega. Essa energia gerada pela conexão entre dois seres humanos e porque não dizer, entre todos os seres vivos, modifica tudo! É poderosa e dá sentido à vida!

Esse filme criado pela Agência África e com produção musical da Antfood Music & Sound Design por Lou Schmidt / Fernando Rojo, traz a reflexão talvez mais importante que podemos fazer para entrarmos nesta nova década e na Era Digital, que é a seguinte: A Revolução industrial transformou o homem em máquina. Sua vida se tornou uma rotina insana com roteiro pré determinado : estudar, se formar, casar, comprar carros, ter filhos, comprar casa, se aposentar e morrer. Durante esta programação a busca pela felicidade e a vida perfeita se traduzia em bens de consumo e acúmulo financeiro.

A Era Digital coloca toda essa construção em xeque. Nesses nossos novos tempos, não temos hora para trabalhar e o fazemos de casa ou em qualquer lugar do planeta terra. O diploma não tem mais a função de término do processo de estudos e aprendizados. Hoje sabemos que teremos que estudar a vida inteira, buscando desenvolver sempre novas habilidades. A formação do indivíduo é contínua e muito dinâmica. Tem que ser! Para acompanhar uma sociedade que produz cerca de 40 milhões de Gigabytes de informação, é preciso muito fôlego! Com a IOT ( internet das coisas) e os apps disponíveis podemos experienciar ao invés de ter. Compartilhar é a palavra da vez. Carro, casa ,bicicleta, roupas, opiniões, fotos, vídeos, experiências, emoções.

A vida digital trouxe para a realidade material o nosso Avatar. Caíram os estereótipos, veio à luz os nossos pré-conceitos, transformando não só a família, mas toda a espécie. A IA, o robozinho, a máquina, vem nos lembrar aquilo que temos de mais importante: uns aos outros.

 
 
 

1 comentário


R03 Y37y
R03 Y37y
10 de fev.

The idea that human connection remains the most powerful force despite AIs rise really resonates. Technology should enhance, not replace, our relationships. at love

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